A profissão de corretor de imóveis tem conquistado cada vez mais espaço e reconhecimento, com ganhos que podem superar os de carreiras tradicionais como medicina, advocacia e engenharia. Pesquisa do Cofeci-Creci em 2024 revelou que 19% dos corretores estão entre os 5% mais ricos do Brasil, com rendimentos acima de R$ 10 mil mensais, quase três vezes a média salarial nacional, que é de R$ 3.652, segundo o IBGE.Luna Torres, diretora comercial da URBS Infinity, destaca que a média salarial inicial do corretor varia entre R$ 10 mil e R$ 15 mil, podendo chegar a R$ 40 mil conforme a performance. Ela relata sua própria experiência de transformação financeira, saindo de um salário de R$ 3,5 mil como professora de inglês para faturar R$ 60 mil em uma única venda. Filipe Rezende, corretor da URBS Cerrado, reforça o potencial da profissão: “No ano de 2025, eu fiz 18 milhões”.
Apesar do preconceito ainda existente, os corretores valorizam a autonomia e os resultados que a carreira proporciona. Filipe afirma que a profissão lhe trouxe conquistas pessoais e financeiras significativas, enquanto Luana Almeida, que alcançou um VGV de mais de R$ 22 milhões em 2025, ressalta que o mercado imobiliário oferece oportunidades únicas e promissoras. Luna conclui que, com a prática, percebeu que o segmento é uma das profissões mais promissoras atualmente.